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Últimas Notícias

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Convite - Exposição de Telas - Tema / Viva as Olimpíadas

Escola Vinde Meninos com Classe nas Artes
Rua: Sta. Bárbara, nº 6 - Irajá - Tel.: 99313-4419
CONVITE
EXPOSIÇÃO DE TELAS SOB O TEMA - VIVA AS OLIMPÍADAS
Nesta oportunidade estamos convidando você e toda sua família a participar desta Festa!
Dia - 10/12/2016 (2º sábado de dezembro) - Início - 10 horas

terça-feira, 29 de novembro de 2016

EBC | Ensine seu filho a respeitar a natureza e as pessoas

Por volta dos cinco anos, as crianças começam a observar com mais clareza e curiosidade o mundo ao seu redor. Passa a fazer perguntas sobre todas as coisas e desenvolve teorias para os fenômenos que vê.
É muito importante aproveitar esse momento-chave para fazê-lo conhecer e respeitar a natureza e as pessoas que o rodeiam. O Guia da Família produzido pelo programa Primeira Infância Melhor, do Rio Grande do Sul, traz algumas dicas nesse sentido. Confira:
A criança deve aprender a conhecer a natureza, preservá-la e apreciar sua beleza.
Permita que seu filho cuide sozinho de pequenas plantas e observe o que faz durante essa atividade.
Nesta idade são comuns perguntas como: “Por que o sol se esconde?”, “De onde sai a água?”, “De onde vem meu irmãozinho?”. Explique de forma simples e verdadeira. Caso não saiba a resposta, diga que vai descobrir e depois lhe dizer. E faça isso mesmo. O mais importante é não deixar nenhuma pergunta sem resposta.
Desde pequeno, seu filho gostará de fazer experimentos:
1) Coloque um grão de feijão sobre um algodão úmido. Observe durante vários dias junto com ele, para que diga o que acontece.
2) Por que a roupa seca quando o sol esquenta?
Ensine-o a cuidar dos jardins, parques e pátios que você visita com ele. Assim aprenderá a respeitar a natureza e conservar sua beleza.
A criança convive em um meio social que começa com a própria família e a casa. Ensine seu filho a conviver, conhecer e a respeitar o seu ambiente.
Comente com ele como está formada sua família, o que cada um faz na casa e no trabalho.
Pouco a pouco seu filho vai conhecer onde vive e os lugares mais importantes. Faça com que se sinta parte de sua comunidade, participando das atividades do bairro.
Fale com ele sobre os diferentes trabalhos e profissões que as pessoas próximas a ele realizam: professor, médico, enfermeira, padeiro, pintor e agricultor.
Saliente o respeito e a consideração que todos merecem.
Incentive seu filho a manter relações de igualdade e de respeito com as pessoas.
A diversidade chama a atenção da criança nesta idade. É importante que você saiba tolerar e compreender essas diferenças, pois assim estará ajudando seu filho a conviver sem preconceitos e a conviver melhor com todos. Converse com seu filho sobre as diferenças que existem entre as pessoas e que elas devem ser respeitadas. Também é fundamental que ele compreenda que todos têm direitos iguais; independente de características étnicas, religiosas, identidade sexual, faixa etária, nível socioeconômico e cultural.

EBC | A importância de dizer "não" para as crianças

Limite é diferente de castigo. Dar limite às crianças significa dizer claramente o que é permitido e o que não é, seguindo uma regra rígida, imutável.

Delimitar as possibilidades na vida das crianças faz com que ela se sinta segura. Sendo assim, o castigo deixa de ser necessário.

Conheça a opinião da psicanalista Ruth Cohen sobre o assunto:
 


EBC | A importância de dizer "não" para as crianças

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Polêmicas e Curiosidades: Palavrões em Músicas: Liberdade de Expressão ou Imoralidade Explícita?

Estou escrevendo essa postagem porque, como a maioria das pessoas decentes desse país, eu não aguento mais! Não aguento mais a falta de educação e bom senso de algumas pessoas que, sem ter o mínimo de coerência e respeito pelos que estão a sua volta, manifestam suas preferências "culturais" em qualquer lugar sem se importarem com os direitos e o conforto auditivo dos cidadãos de bem que estão por perto. Estou falando dos indivíduos completamente sem noção que invadem lugares públicos com seus malditos aparelhos sonoros entupindo nossos ouvidos com todos os tipos de lixo fonográfico existentes atualmente.
Muitas vezes questiono comigo mesmo: Quem é o culpado da coisa ter chegado a esse ponto? Os "músicos" e as gravadoras que não têm mais, ou nunca tiveram, amor pela verdadeira arte e que só estão mesmo interessados em ganhar dinheiro? O público deles que é tremendamente inculto e ignorante? Ou o governo que é muito liberal e incapaz de defender a moral e a decência para que haja realmente ordem e progresso nesse país? Não sou preconceituoso em relação a nenhum estilo musical; não tenho nada contra as preferências de ninguém; e também não defendo a ditadura governamental. Mas, sinceramente, está difícil conviver com certos indivíduos que são, ou pelo menos demonstram ser, incapazes e indignos do convívio em sociedade.
As mulheres decentes, as crianças inocentes e todas as pessoas que defendem a ética e a moral, independentemente de serem esses valores religiosos ou não, são cruelmente agredidos e massacrados diariamente por palavreados de baixo calão que generalizadamente visam a indução à atitudes pornográficas. Sei que a tendência é piorar, e se a coisa continuar indo nesse ritmo, logo esses sujeitos vão praticar atos sexuais no meio da rua e ninguém poderá falar nada, porque se falarmos seremos presos, pois nós é que estamos errados por estarmos sendo muito radicais e demasiadamente repreensivos contra essas pobres "vítimas" desse sistema opressor que não estão fazendo nada demais, só estão se divertindo um pouco.
Me lembro de uns dez anos atrás: eu também curtia as baladas; gostava muito de RAP, pois o HIP HOP sempre foi o melhor e mais eficiente movimento cultural-ativista de nossa era contemporânea. Me lembro também de como nós éramos perseguidos pela polícia e "chicoteados" pela imprensa simplesmente porque protestávamos contra a violência militar, a opressão política, a hipocrisia capitalista, as desigualdades sociais e as injustiças de um modo geral. Hoje a realidade desse movimento está um pouco diferente porque muitos rappers se venderam e poucos prosseguem defendendo a ideologia dos negros, dos pobres e dos injustiçados. Porém, o que quero destacar com isso é o fato de que qualquer palavrão inserido em uma letra de RAP era motivo para escândalo e revolta por parte da sociedade. Mas essa mesma sociedade hoje aplaude a linguagem podre das músicas atuais, dá risada quando vê uma criança semi-nua rebolando, leva na brincadeira quando duplas sertanejas chamam as mulheres de piranhas, fica indignada quando um funkeiro é preso por induzir jovens ao crime, se diverte com forrós que valorizam somente o lado sexual feminino, vibra com o axé que expõe a mulher brasileira como simples objeto de prazer, se emociona com o samba e o pagode que são incentivadores à infidelidade conjugal e defendem dezenas de outros tipos de músicas que são simplesmente instrumentos satânicos de degradação e ridicularização de um povo que trabalha duramente para sobreviver.
Será que estou sendo muito radical e demasiadamente repreensivo? Pois saiba que assim como você, e como eles também, sou apenas mais uma vítima sobrevivente que não se conforma com esse inculto sistema cultural brasileiro que nada mais é do que uma imensa fábrica de ignorantes, imorais, perversos e falsos cristãos, cujos grandes objetivos de sua vida se resumem em diversão momentânea e nada mais! É, só pra terminar, quero deixar bem claro uma coisa: se você é uma dessas pessoas que defendem o uso de palavrões, gestos ou outros tipos de expressões imorais, saiba que mesmo que você não me respeite, eu continuarei te respeitando e não vou impor a você ter que ouvir em nenhum lugar público as músicas que eu gosto, embora elas seriam muito boas para o desenvolvimento mental e espiritual de sua pessoa porque apenas transmitem conteúdo cristão. Porém, somente te peço uma coisa: Pelo amor de Deus, prove que é civilizado e compre um par de fones de ouvido!

terça-feira, 22 de novembro de 2016

MEC vai lançar curso de formação em direitos humanos para professores | Agência Brasil

O Ministério da Educação (MEC) pretende lançar um curso de direitos humanos para professores da educação básica. A informação é do diretor de Políticas de Educação em Direitos Humanos e Cidadania, da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão do MEC, Daniel de Aquino Ximenes.
Segundo ele, o treinamento terá módulos de estudo online nos quais os professores terão acesso a temas como racismo, homofobia e bullying. A intenção é que eles tenham subsídio tanto para lidar com essas questões na escola quanto para levar os temas para a sala de aula.
"Educação em direitos humanos é um guarda-chuva amplo que trata de bullying e violências, de ética e cidadania, de garantias de direitos, racismo, violência contra a mulher" e temas afins, disse o diretor à Agência Brasil.
O curso será destinado a professores do ensino fundamental e médio. Ao participar eles receberão uma certificação, que poderá ser de extensão aperfeiçoamento ou até mesmo especialização, o que ainda será definido. As aulas deverão ser elaboradas no ano que vem por universidades e entidades, ainda a serem definidas, e começarão a ser disponibilizadas a partir do segundo semestre de 2017.
O curso deverá estar completo em 2018. A formação em direitos humanos está ainda em definição final no MEC e deverá, de acordo com Ximenes, ser lançada por meio de portaria até dezembro. As aulas serão abertas e acessíveis também aos professores que não estão fazendo o curso, a diretores e a toda a comunidade escolar.
"O professor e a direção da escola, por exemplo, podem se apropriar daquele módulo, daquele conteúdo e ter um elemento que possa ser útil para a realidade do dia a dia", diz Ximenes. Segundo ele o material inclusive é apropriado à faixa etária. “Se ele for professor do ensino médio, terá um material com linguagem jovial, para que ele possa usar em sala de aula".
Pacto universitário
Em oura iniciativa do setor, o MEC lançará nesta quinta-feira (24) o Pacto Universitário pela Promoção do Respeito à Diversidade de Cultura da Paz e Direitos Humanos, que pretende incentivar instituições públicas e privadas de ensino superior a desenvolver projetos voltados à defesa dos direitos humanos.
"Qualquer instituição poderá aderir e desenvolver atividades que sejam demonstradas no ensino, pesquisa, extensão e convivência", diz Ximenes. As instituições terão 90 dias para elaborar propostas e depois terão que enviar relatório de acompanhamento a cada seis meses. Os projetos bem sucedidos receberão um selo de respeito à diversidade. O MEC vai também apoiar na criação de linhas de pesquisa e extensão dentro da temática.

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